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Novamente Geografando

Este blog organiza informação relacionada com Geografia... e pode ajudar alunos que às vezes andam por aí "desesperados"!

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DERRAME DE PETRÓLEO NAS PRAIAS DA CALIFÓRNIA: AS IMAGENS QUE CORRERAM MUNDO

Mäyjo, 31.08.15

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A (nova) tragédia ambiental da Califórnia

 

NOVO MATERIAL PERMITE LIMPEZA DE DERRAMES APENAS COM REDES DE MALHA

Mäyjo, 01.07.15

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Uma equipa de investigadores da Universidade Estatal do Ohio, nos Estados Unidos, desenvolveu uma malha em aço inoxidável bastante fina e flexível que num futuro próximo poderá ser utilizada para limpar derrames de petróleo.

Os microscópicos furos da malha permitem que a água passe através dela mas retêm o petróleo graças a uma camada quase invisível que reveste a sua superfície e que tem a capacidade de repelir o petróleo.

Nos testes laboratoriais, os investigadores misturaram água com petróleo e, posteriormente, filtraram a água através da rede. A água conseguiu passar para um recipiente colocado debaixo da malha, mas o petróleo ficou retido na superfície do material, o que permitiu a sua separação de forma bastante fácil, escreve o Phys.org.

Esta malha é uma das nanotecnologias inspiradas na natureza que está a ser desenvolvida na Universidade Estatal do Ohio. As suas potencialidades foram descritas num estudo publicado na revista científica Scientific Reports. Além de ser uma ferramenta útil para limpar derrames de crude, o material pode ainda ser utilizado para detectar depósitos de petróleo subterrâneos. “Se se aumentar a escala do material conseguir-se-á limpar um derrame com a malha”, indica Bharat Bhushan, professor na referida universidade norte-americana.

O desenvolvimento da malha foi inspirado nas pétalas da flor de lótus, cuja superfície repele a água mas absorve o petróleo. Para criar um efeito contrário, os investigadores optaram por cobrir a malha com uma camada repelente derivada de um polímero embebido com moléculas de surfactante.

EUA: RUPTURA EM OLEODUTO PROVOCA DERRAME DE 80 MIL LITROS DE PETRÓLEO PARA O PACÍFICO

Mäyjo, 31.05.15

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Cerca de 80 mil litros de petróleo forram derramados para o oceano Pacífico esta semana no estado norte-americano da Califórnia, na sequência de uma ruptura num oleoduto. Foram já iniciados os trabalhos de limpeza e contenção, mas os impactos ambientais ainda estão por determinar.

A fuga causou um derrame que se estendeu por mais de seis quilómetros de mar, a partir das costas do Parque Refúgio State Beach, nas imediações de Santa Bárbara, o que obrigou ao encerramento do parque. Estima-se que leões-marinhos, aves e outros animais tenham sido afectados pelo derrame, escreve o Inhabitat.

No local estão várias equipas a trabalhar para conter o alastramento do petróleo e proceder à respectiva limpeza. Foi também já aberto uma investigação para apurar a causa da ruptura do oleoduto.

O oleoduto em questão é operado pela empresa Plains All-American Pipeline, que transporta crude ao largo da costa do Pacífico ao longo do estado da Califórnia.

Trinidad e Tobago teve 11 derrames de petróleo em 28 dias

Mäyjo, 05.10.14

Trinidad e Tobago teve 11 derrames de petróleo em 28 dias (com FOTOS)

No mês de janeiro de 2014, milhares de praias de Trinidad e Tobago, nas Caraíbas, foram atingidas por, pelo menos, 11 derrames de petróleo. De acordo com o Huffington Post, a Petrotrin, petrolífera do Estado, foi alertada para o primeiro derrame no dia 17 de Dezembro, perto de La Brea. Desde então, já foram confirmados outros 10 derrames, que custaram à empresa cerca de €2,2 milhões (R$ 7,2 milhões) em multas.

Este é, também, um dos maiores desastres ambientais de sempre do país, de acordo como agregador norte-americano.

De acordo com a imprensa local, a infra-estrutura responsável pela primeira fuga, da qual resultou o derrame de mais de sete mil barris de petróleo, não terá sido inspecionada nos últimos 17 anos. Dois dos outros derrames poderão ter sido resultado de sabotagem, alega a Petrotrin. “Dentro de uma a duas semanas todas as praias estarão limpas”, explicou a empresa em comunicado.

A imprensa e governos locais têm acusado a Petrotrin de tentar reduzir o impacto destes derrames no ambiente e biodiversidade. Segundo o Trinidad Express, que cita dois antigos ministros do Ambiente, a Petrotrin sabe, “há muitos anos”, que as suas infra-estruturas estão sem condições.

Ainda de acordo com a imprensa, parte do derrame já terá chegado à vizinha Venezuela.

CorkSorb: a cortiça também limpa derrames de petróleo

Mäyjo, 06.04.14

CorkSorb: a cortiça também limpa derrames de petróleo (com VÍDEO)

 

Feito a partir de desperdício de produção industrial e 100% natural, o CorkSorb é uma solução sustentável que permite rentabilizar ao máximo a cortiça. Os produtos CorkSorb têm como função absorver todos os tipos de óleos, hidrocarbonetos, solventes orgânicos ou produtos baseados, como gasolina, tintas base solvente ou agentes de limpeza.

“Há diversas formas de aplicar um produto que tem sempre a mesma função: controlar derrames de grande ou pequena dimensão, algo que acontece milhares de vezes nas cozinhas, pequenas oficinas ou fábricas”, explicou ao Economia Verde Carlos Jesus, da Corticeira Amorim.

A cortiça é tratada e reduzida a pequenas dimensões, sendo aplicada directamente no derrame ou, em alternativa, em forma de almofada. O processo é selectivo, uma vez que a água não é absorvida.

“A cortiça não ‘gosta’ de água, mas consegue absorver todos esses materiais que têm um grau de gordura muito elevado. É ideal, por exemplo, para aplicação em meios aquáticos: rio, lago ou mar. Isto porque rejeita a água, mas absorve até 2,5 vezes o seu peso”, explica Carlos Jesus.

Hoje, o Corksorb é vendido em 25 países. “Acreditamos que o CorkSorb terá um papel de cada vez maior relevo, porque as pessoas têm necessidade de terem produtos ecológicos no seu dia-a-dia. E é um produto ecológico a vários níveis: limpa derrames e vem de uma das grandes histórias de sustentabilidade, o Montado e a indústria da cortiça”, concluiu o responsável da Corticeira Amorim.

O CorkSorb já recebeu um Green Project Award, tendo concorrido a um prémio europeu depois de vencer a competição portuguesa.